Leo Santos

Hora do trabalho

Configurando uma rede Wireless no serviço. Utilizando dois notebooks, um AP Linksys (não funciona com 802.1x - pode desistir), autenticação via RADIUS, EAP-TSL (tentei com PEAP também) e certificado digital de uma PKI interna, além de WPA2 (com um update para Windows XP Sp2). Isto pelo menos depois das 20:00hs.
Foto 0059 - Enquanto isso na Bat Caverna...

Por que até este horário ? Se dou uma olhada pela janela até desanimo de pegar elevador por causa do trânsito….
Foto 0058 - Quando a Getúlio Vargas cruza com a Afonso Pena

Eu e o Chester fomos dar uns tiros hoje, com mais alguns Adesguianos em uma OM. Foram vários tiros de pistola (usei uma Taurus PT 58 / 380 Auto) rifle de caçador, carabina, escopeta e revolver. Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras. Pois então ai está, um pouco mais de sete mil palavras ….
Preparação - Equilibrio do cartuchoSniper 1 - Ambientando com a arma e mirandoSniper 2 - Atirando, sob supervisão e com adrenalidaMovimentação 1 - Indo em direção à carabina, na pista de obstáculosCarabina 1 - Primeiro tiro: em péEscopeta - Tiro de escopeta, durante o percurso, contra um capô de carro.Revolver - Último tiro da pista, de revolver, que me rendeu a segunda colocação geral

Leo Santos

Meio Café

Estava tomando um café com a Jú, pós-almoço, em um restaurante / confeitaria do lado do Pátio Savassi quando dou uma olhada para a xícara, antes de leva-la à boca. Não é que eles colocaram apenas meia xícara de café ? Além de uma coca-cola sem gás, agora recebo um ‘desconto’ no conteúdo do cafezinho…Café - Não posso falar onde tomei este café

Leo Santos

Liberdade. Um raro prazer

Eu fumo, com muito prazer. Há 12 anos, o cigarro é parte fundamental do meu dia. Minhas pequenas rotinas só estão completas depois de algumas baforadas. Não tenho a menor vontade de parar de fumar. O cigarro me concentra, me acalma, me faz companhia, me consola e alivia a minha tensão. Fumar é um prazer. Um prazer destrutivo, inútil e arriscado, alguém há de apontar. Sim, como só os grandes prazeres da vida podem ser. Como caminhar pela cidade de madrugada ou amar uma mulher. Não existe prazer sem risco.

Eu sustento o meu vício, pago meus impostos e consumo um produto legal, regulamentado e taxado. Mas sou tratado como um cidadão de segunda classe em função de um patrulhamento humilhante e abusivo que avança justamente sobre duas coisas que me são tão caras: o cigarro e, em especial, o direito a uma vida menos chata e sem graça. Nos últimos anos, essa esquadra dos bons hábitos transformou o mundo num lugar insuportável. É proibido fumar em avião. É proibido fumar em restaurante. Os maços de cigarro vêm com aquelas imagens ameaçando: “Se você fumar, eu te pego lá fora”. Basta! Hoje eles proíbem o cigarro, amanhã vão querer banir o açúcar, o café, o doce de coco, a Fanta Uva, o cine-privê dos motéis, até o dia em que todo mundo vai acordar tomando açaí na tigela e fazendo 50 abdominais.

Viver mais, assim, para quê? Posso ser acusado de ser um idiota sujeito a câncer de boca e de pulmão, mau hálito, perda dos dentes e impotência sexual. Mas alguém que preza, acima de tudo, o direito de ser o idiota que quiser ser.

A fumaça do meu cigarro incomoda. Mas esse não pode ser um argumento definitivo para que o direito alheio prevaleça sobre o meu. Isso não pode servir para justificar a intolerância, porque há uma convivência possível entre as partes que exige apenas um ambiente arejado e boas doses de bom senso. Se o meu cigarro incomoda, há uma série de coisas que também não me agradam muito, como pessoas que falam sem parar, axé music ou mulheres vestidas em desacordo com a sua faixa etária. Mas parto do pressuposto de que somos adultos o suficiente para sermos ridículos cada qual à sua maneira, falando sem parar, requebrando de modo frenético atrás de um trio elétrico, ou se vestindo de forma caricata. Ou fumando.

“Crianças começam a fumar ao verem os adultos fumando.” É verdade. Mas crianças também começam a agredir quando vêem os adultos agredindo e a beber quando vêem os adultos bebendo. Seria o caso de confinar a realidade que não nos agrada num fumódromo do lado de fora? Ou de educar nossos filhos apropriadamente, para que eles olhem o mundo com o devido juízo de valor? A responsabilidade pelo discernimento do que é certo ou errado das crianças que começam a fumar é de seus respectivos pais. Não é minha, nem da Souza Cruz ou da Phillip Morris. Pouco me importa se o meu filho será fumante ou não-fumante. Me importa, sim, a compreensão que ele vai ter de valores como a tolerância e o convívio com as diferenças. Tão em falta em hordas antitabagistas.

Nas propagandas de cigarro enganam o consumidor. A lei nº 10.167, de dezembro de 2000, proíbe a propaganda de cigarro, mesmo sendo este um produto legal. Supostamente para evitar a má influência dessas peças publicitárias sobre os mais jovens. Seguindo esse raciocínio brilhante, seria importante prestar alguns esclarecimentos que, espero, não estraguem o dia de ninguém: energético não faz voar, cerveja não atrai mulher bonita e panetone não reata laços familiares rompidos. Se o governo tem problemas com propaganda enganosa, poderia ter começado a resolvê-los no próprio quintal há três anos, quando lançou uma propaganda desrespeitosa em que a figura de um traficante estabelecia um paralelo absurdo entre o cigarro e as drogas ilícitas. O tráfico de entorpecentes, até onde eu sei, não gera 5,5 bilhões de dólares aos cofres públicos por ano em impostos, dinheiro que, ao que parece, não faz mal à saúde financeira de nenhum Estado.

A partir do ano que vem, de acordo com essa mesma lei, eventos culturais patrocinados pela indústria do cigarro também estarão proibidos. Vistos como meras peças publicitárias (bobagem, todo mundo sabe que o que menos se fumava no Hollywood Rock era cigarro…), festivais relevantes como o Carlton Dance e o Free Jazz estão com os dias contados. Mas festival patrocinado por marca de uísque pode. Há diferença? Claro. No décimo cigarro, você sente um leve pigarro. Na décima dose de uísque, você está sujeito a não ir trabalhar, a bater na mulher, a entrar na contramão…

E depois nós, fumantes, é que somos os ignorantes.

Jardel Sebba

Leo Santos

Um dia o negócio vai para o saco …

… e o que fazer ? Se vc tiver um PCN, é hora de rezar para que ele funcione.
Na verdade, quando começei a estudar o assunto, confundia muito os termos que a maioria dos frameworks de BCP (ou PCN) chamam de Recovery Time Requirements.

Lendo um livro recentemente, achei umas explicações mais tranquilas dos termos que sempre usamos.

  • Recovery Point Objective (RPO) - É o total de dados perdidos que uma função aguenta. Supondo que sua empresa realize um backup dos dados a todo sábado e que aconteça um desastre na sexta, seu RPO é de quase uma semana. Você perderá todo o processamento que ocorreu de sábado até o momento do desastre. Mas, se sua empresa possui um sistema de backup que é executado a cada hora, com cópia automática para um outro local via WAN, seu RPO, no caso de um desastre é de no máximo 1 hora. É bom lembrar que, quanto menor o RPO, mais cara será a operação para mante-lo neste nível.
  • Recovery Time Objective (RTO) - É o tempo disponível para recuperar funções ou recursos afetados em um evento não previsto. Geralmente o RTO é menor que o WRT. Isto lhe dará tempo para executar o WRT (abaixo) e não extrapolar o MTD (mais abaixo) previsto ou acordado com a área de negócios.
  • Work Recovery Time (WRT) - É o tempo restante do MTD, usado para que as funções de negócio estejam funcionando. Enquanto o RTO se encarrega de preparar a infra-estrutura, o WRT está preocupado que os processos estejam configurados e rodando na estrutura previamente preparada.
  • Maximum Tolerable Downtime (MTD) - É o tempo máximo que um negócio pode tolerar a indisponibilidade de uma determinada função (ou processo, ou sistema, etc). Quanto mais curto o MTD, mais importante é a função para a empresa. O MTO é a soma de tempos do RTO + WRT.
  • RTR - Requisitos de Recuperação no Tempo

    Mais informações podem ser obtidas na NBR ISO 15.999, no CBK do DRII e no Good Practice Guidelines do The BCI.

    Estou querendo escrever alguma coisa sobre o BIA aqui … A mão está coçando ….

    Leo Santos

    Sobre Ursos e Touros

    Outro dia o Fiu (não o Phil) me mandou uma imagem. Acabei morrendo de rir. Mas é claro, só terá graça para quem entende de Mercado de Capitais.

    ursos nocontrole - Ursos controlando os Touros

    Aproveitando a deixa, fui olhar como está o Indice do iBovespa.

    Surpresa ….

    Em torno de 57.500 pontos. Lembro que fiz uma análise acurada quando estava para comprar um carro. Gastei um bom tempo estudando o comportamento do mercado, calculando o IFR, Movimento Direcional, MACD, OBV, tentei identificar figuras, formações de tendências, movimentos baseados na teoria de Fibonnacci e por ai vai. Achei que dava para esperar mais uns 3 dias e depois vender. Esperado os 3 dias, postei a ordem de venda (tinha alguns lotes da VALE, USIM, CSNA, GGBR e PETR). Dito e feito. Nos dias seguintes, a bolsa entrou em um movimento de queda impressionante !

    Leo Santos

    Deu ? Não Deu ! Não Deu ? Deu !

    Depois de comentar no post abaixo que não tinha ido nada bem na prova do CISM, chegou a confirmação. Realmente, não fui nada bem. Precisada de uma pontuação mínima de 450, e acabei ficando com 437. Para ser mais específico nas áreas, a única que considero que fui bem, foi a de Gerenciamento de Riscos de Informação. Mas como previa, desta vez não deu.

    cism - CISM Result Score
    Em azul, o que tirei. Em vermelho, o que precisava tirar …

    Por outro lado, hoje fui fazer a prova do CompTIA Security+ (SYO-101). Depois de quase 3 semanas estudando direto, tive um resultado bastante agradável. Fiz 92,77% da prova (precisava de 85% para passar).

    O exame consiste em 100 questões (e 90 minutos) que abordam os seguintes temas:

      Conceitos Gerais de Segurança - 30%
      Segurança em Comunicação - 20%
      Segurança em Infraestrutura - 20%
      Criptografia - 15%
      Segurança Operacional e Organizacional - 15%

    Para o estudo, utilizei como base dois livros (indicados na minha Bookstore). Uma dica ? Entenda bem criptografia. Apesar de ser apenas um tópico, vários assuntos reportam-se à ele, seja no processo de IPSec, WEP, EAP-TTSL, S/MIME, etc. E ao contrário do CISM (que requer uma visão de gerente), tenha uma visão técnica ao responder as perguntas.

    Agora vou tirar 2 dias de repouso dos livros e depois começar os exercícios do IELTS. E só para lembrar, dia 13 de dezembro tem prova do CISM novamente….

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